De acordo com os inquéritos de conjuntura às empresas e aos consumidores efetuados em dezembro pelo INE, a diminuição do indicador de confiança dos consumidores (de -1,8 pontos para -2,2 pontos) “refletiu o contributo negativo do saldo das perspetivas relativas à evolução da situação económica do país, da situação financeira do agregado familiar e da poupança”.

Segundo o INE, o indicador de confiança da indústria transformadora aumentou em dezembro, interrompendo o movimento descendente iniciado em janeiro de 2018, com a evolução do indicador no último mês a refletir o contributo positivo de todas as componentes, perspetivas de produção e opiniões sobre a procura global e sobre a evolução dos ‘stocks’.

Já o indicador de confiança da construção e obras públicas aumentou entre outubro e dezembro, atingindo o valor máximo desde março de 2002.

O indicador de confiança do comércio, por sua vez, diminuiu em dezembro, após ter estabilizado no mês anterior.

“Este movimento esteve associado ao efeito conjugado da redução do indicador de confiança do comércio por grosso e do aumento do indicador de confiança do comércio a retalho”, refere o INE.

O indicador de confiança dos serviços, por sua vez, diminuiu entre setembro e dezembro, após ter atingindo no mês precedente o máximo desde agosto de 2001.

O clima económico diminuiu de 2,3 pontos para 2,2 pontos.

“No mês de referência verificou-se um contributo negativo das opiniões sobre a atividade das empresas, enquanto as apreciações e as expectativas sobre a evolução da carteira de encomendas contribuíram positivamente”, sinaliza o INE.

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