Donohoe, que no verão de 2020 sucedeu a Mário Centeno na presidência do Eurogrupo, era candidato único ao cargo na eleição hoje realizada durante uma reunião dos ministros das Finanças da zona euro, já que mais nenhum ministro dos 19 países membros do espaço da moeda única entrou na ‘corrida’.

“É uma grande honra servir como presidente do Eurogrupo e estou grato por os meus colegas ministros me confiarem a presidência das nossas discussões para um segundo mandato. Tenho sido, e continuarei a ser, um mediador genuíno e honesto nas nossas negociações, assegurando que todas as vozes e posições sejam tidas em conta”, comentou Donohoe, numa primeira reação.

Defendendo que, “desde o outono de 2021, o Eurogrupo tem estado na vanguarda tanto na avaliação como na análise do impacto do aumento dos preços da energia e da inflação na economia da zona euro”, o ministro das Finanças da Irlanda assegura que, agora que é reeleito, a sua “primeira prioridade será reforçar esta coordenação”.

A primeira reunião do fórum informal dos ministros das Finanças da zona euro — onde se discutem matérias de interesse comum aos 19 países e se coordenam políticas económicas — teve lugar, no Luxemburgo, em 04 de junho de 1998.

O primeiro presidente do Eurogrupo foi o luxemburguês Jean-Claude Juncker – que sucedeu a José Manuel Durão Barroso na presidência da Comissão Europeia, onde após um mandato foi substituído pela atual líder Ursula von der Leyen -, seguindo-se o neerlandês Jeroen Dijsselbloem, Mário Centeno e Paschal Dononoe.

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