João Leão falou aos jornalistas depois da entrega no Parlamento da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) e depois de ter estado reunido com o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues.

Este é o primeiro Orçamento de João Leão enquanto ministro das Finanças, cargo que passou a desempenhar em junho passado, depois de ter substituído nessas funções o atual governador do Banco de Portugal, Mário Centeno.

Na curta declaração, Leão teve ao seu lado os secretários de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro, e do Orçamento, Claudia Joaquim. O substituto de Mário Centeno na pasta das Finanças repetiu, várias vezes, ideia de que este é "um Orçamento bom para Portugal e bom para os portugueses".

"Coloca como prioridade dar meios financeiros e humanos para o combate à pandemia da covid-19. Aposta e tem como grande objetivo a recuperação da economia, a proteção do emprego e do rendimento dos portugueses. É um Orçamento sem austeridade, que não acrescenta crise à crise", disse.

"Pelo contrário, o Orçamento aposta na recuperação rápida da economia e na continuação da melhoria do rendimento dos portugueses. Nesse sentido, é um Orçamento também responsável", continuo.

Em resposta às perguntas dos jornalistas sobre exigências do Bloco de Esquerda e do PCP, João Leão insistiu nas ideias de que, da parte do Governo, haverá "abertura negocial e espírito de diálogo".

"É difícil não perceber como é que este Orçamento, com abertura e disponibilidade negocial, não poderá ser aprovado", declarou.

O ministro remeteu mais detalhes sobre a proposta para a conferência de imprensa desta terça-feira, pelas 09h00, no Salão Nobre do Ministério das Finanças.

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