No ano passado, as receitas da Pfizer cresceram 23%, para o valor recorde de 100.330 milhões de dólares (92.596 milhões de euros).

Excluídas as receitas obtidas com a venda da Cominarty, nome comercial da vacina desenvolvida pela Pfizer em parceria com a alemã BioNTech, e do Paxlovid, antiviral contra casos mais graves de covid, o aumento das receitas teria sido de 2%.

Por unidades de negócio, a divisão global de biofarmacêutica registou receitas de 98,988 milhões de dólares (91.351 milhões de euros), mais 24%, com destaque para os 73.023 milhões de dólares (67.283 milhões de euros) aportados pela área de cuidados primários, um incremento de 40%.

No quarto trimestre de 2022, as receitas da Pfizer somaram 24.290 milhões de dólares, quase metade das quais resultantes da venda da vacina contra a covid-19 Comirnaty e 1.800 milhões do medicamento Paxlovid.

Citado num comunicado, o presidente e presidente executivo (CEO) da Pfizer, Albert Bourla, destaca que 2022 foi um ano recorde para a empresa, não apenas em termos de receitas e lucro por ação – que foram os mais altos de sua história — mas também, “o que é mais importante”, pela percentagem de doentes que têm uma perceção positiva da farmacêutica e do trabalho que desenvolve.

Para 2023, a Pfizer prevê uma quebra da faturação devido à diminuição nas vendas de vacinas e medicamentos contra a covid-19, estimando que se venha a situar entre os 67.000 e 71.000 milhões de dólares (61.729 e 65.414 milhões de euros), o que significaria uma queda entre 33% e 29% face aos mais de 100.000 milhões de dólares de 2022.

Ainda assim, o CEO afirma-se confiante no potencial da Pfizer para continuar a lançar novos produtos e a desenvolver outros para garantir que a multinacional tenha um crescimento contínuo e sólido “nesta década e além”.

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