“Em 2023, a exportação de bacalhau da Noruega para Portugal foi de 123.900 toneladas, o que representa 36% do total exportado”, avançou, em comunicado.

Segundo a mesma nota, em 2024, à semelhança do que aconteceu no ano passado, a tendência vai recair sobre o consumo de bacalhau crescido, “dada a abundância desta categoria”.

No final do ano passado, o NSC tinha adiantado à Lusa que as exportações de bacalhau (inteiro) salgado e seco da Noruega para Portugal atingiram 17.915 toneladas, uma quebra de 15% face a 2022, mas o preço subiu 16%.

Por sua vez, as exportações de bacalhau salgado fixaram-se 17.836 toneladas, menos 4%, com o preço a crescer 24%, enquanto as exportações de bacalhau congelado recuaram 7% para 2.877 toneladas, sendo que o respetivo valor subiu também 24%.

Já as exportações de bacalhau fresco/refrigerado da Noruega para Portugal totalizaram 922 toneladas, o que se traduziu numa diminuição de 63%, mas o preço cresceu 30%.

No comunicado hoje divulgado, o NSC lembrou também que, no corrente ano, as quotas de pesca de bacalhau sofreram um corte de entre 20% e 25%, fixando-se nas 218.000 toneladas.

“Isto representa um desafio para os compradores que terão de fazer face à grande competitividade dada a menor disponibilidade da espécie”, sublinhou.

O NSC é uma empresa pública que pertence ao Ministério do Comércio, Indústrias e Pescas da Noruega.

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