Contudo, segundo dados da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), em termos acumulados, desde janeiro, "a taxa de ocupação está 2,7% acima da verificada no período homólogo".

De acordo com aquela associação, a taxa de ocupação global média por cama em julho foi de 80,3%, o que representa menos 1,6% face à taxa registada em julho de 2016.

O valor registado situou-se, ainda assim, "acima da média para o mês de julho", tendo sido semelhante ao verificado em 2015, acrescenta a maior associação hoteleira da região.

Em termos geográficos, as maiores subidas registaram-se em Lagos e Sagres e em Portimão e na Praia da Rocha, tendo estas duas últimas sido mesmo as zonas com a maior taxa de ocupação em julho (92,8%).

As maiores descidas verificaram-se em Vilamoura, Quinta do Lago e Quarteira, que registaram, também, a ocupação mais baixa (69,4%) e nas zonas de Faro e Olhão. Já Albufeira, que é a principal zona turística do Algarve, registou uma subida de 0,3%.

Segundo a AHETA, desde o início do ano que tem sido o mercado alemão a registar a maior subida acumulada, seguido da Irlanda e do mercado britânico, que registou uma descida de 3,2%.

A maior fatia de dormidas coube aos portugueses (26,6%), seguidos dos britânicos (26,1%), alemães (9,5%) e irlandeses (7,6%).

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