"Para 2019, prevê-se um crescimento real do PIB de 2,2%, uma ligeira desaceleração face a 2018, em linha com o abrandamento esperado na área do euro (1,9%)", refere o documento.

No Programa de Estabilidade 2018-2022, apresentado em abril, o Governo previa que a economia crescesse 2,3% em 2019, tendo feito a mesma previsão para 2018, percentagem que é agora ligeiramente mais baixa para o próximo ano.

Relativamente a 2018, o executivo mantém na proposta de OE2019 a previsão de 2,3% para este ano, notando que tal percentagem será, "pelo segundo ano consecutivo, acima do crescimento da economia da área do euro (2%)".

Na proposta de OE2019, divulgada após a entrega no parlamento, o executivo prevê ainda uma taxa de desemprego de 6,3% no próximo ano, revendo novamente em baixa as estimativas do Programa de Estabilidade, que apontavam para 7,2%.

Revista em baixa é ainda a taxa de desemprego para o conjunto de 2018 que, segundo o executivo, rondará os 6,9%. No Programa de Estabilidade, esta estimativa era de 7,6%.

No final do ano passado, a taxa de desemprego foi de 8,1%, sendo a mais baixa desde 2008 e inferior à registada na restante zona euro.

Quanto ao emprego, a previsão feita no Programa de Estabilidade era de uma subida de 1,9% este ano, que abrandaria para 1,1% em 2019.

Já na proposta de OE2019 o executivo melhora a taxa de emprego para o conjunto de 2018, que agora prevê ficar em 2,5%, abrandando mais do que o esperado para 0,9% no próximo ano.

Em 2017, a taxa de emprego cresceu 3,3%.

No que toca à taxa de inflação medida pela variação do índice de preços no consumidor (IPC), deverá baixar para 1,3% em 2018 e em 2019, segundo a proposta do Orçamento do Estado.

No Programa de Estabilidade, previa-se que se fixasse em 1,4% nos dois anos.

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