"Ultrapassámos os 700 milhões e tudo indica, segundo as nossas previsões, que em 2020 ultrapassaremos os 1.000 milhões", disse Carlos Moedas aos jornalistas à saída de uma sessão plenária do encontro Ciência'19, que decorre até quarta-feira em Lisboa.

Trata-se de "uma vitória enorme para Portugal, porque poucos países conseguiram duplicar a contribuição do programa europeu nos últimos anos cinco anos", referiu, indicando que em 2014 havia 500 milhões.

Carlos Moedas afirmou que se conseguiu chegar a estes números com "uma grande quantidade de cientistas extraordinários" em Portugal.

Os apoios são dados "só aos que são os melhores [projetos]", numa decisão tomada por especialistas, não políticos, e não por "alocação geográfica", salientou.

"Os cientistas ajudaram Portugal a sair da segunda divisão, em que se só se olha para os fundos estruturais e passar para os fundos competitivos, isso é que mostra o salto que Portugal já deu".

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