“Nós fomos capazes ao longo dos últimos anos, fruto do esforço e em particular do atual Governo, e muito também com o contributo do anterior secretário de Estado João Vasconcelos, de criar um ecossistema muito positivo para a existência e para a proliferação de ‘startups’", disse o governante à Lusa durante a Lisbon Investment Summit que hoje decorre em Lisboa.

O secretário de Estado da Defesa do Consumidor participou na abertura da Lisbon Investment Summit (#LIS’19) em substituição do ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira.

Para João Veloso da Silva Torres, eventos como o de hoje simbolizam “a capacidade dos portugueses, em geral, de afirmar Portugal como uma grande centralidade no mundo dos negócios, dos novos negócios que abraçam os desafios da economia do presente, mas também os desafios da economia do futuro”.

O governante realçou também “a grande capacidade empreendedora” dos portugueses e lembrou que se têm reinventado ao longo da história.

“Nos últimos três a quatro anos [os portugueses] têm surgido com mais força e intensidade ajudando muito a que, naturalmente, o Governo possa apresentar indicadores muito positivos do ponto de vista do desenvolvimento económico do país”, salientou o governante.

João da Silva Torres recordou também que Portugal tem nesta matéria um evento capital que é a Web Summit.

E prosseguiu: “Penso que Portugal ao receber um evento [a Web Summit] que vai pelo menos até ao ano de 2028, significa que o investimento que país está disponível para fazer na criação e no fomento deste ecossistema é muito sério e muito comprometido”.

Falando sobre os desafios que se colocam a Portugal no futuro disse que respeitam à economia digital e à economia circular.

“Estas são hoje matérias de grande relevância e eu diria até que a economia digital e a economia circular são dois dos principais temas, senão os dois temas fundamentais, lato senso, com os quais a União Europeia se confrontará ao longo dos próximos anos”, salientou o governante.

João da Silva Torres referiu que nestas áreas, mas igualmente em muitas outras, tem-se visto surgir em Portugal e, “por vezes de forma até inesperada”, ‘startups’ e também investidores, que têm desempenhado um papel fundamental porque “confiam nas ideias de negócio”.

Este movimento, segundo o secretário de Estado, “tem ajudado a alavancar a economia de uma forma absolutamente notável e isso tem contribuído para que Portugal nos últimos três anos tenha crescido em convergência com a média europeia”.

“Penso que isto é um motivo de satisfação e de orgulho para todas as portuguesas e para todos”, sublinhou.

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