A OCDE indicou hoje num comunicado que em agosto havia 32,9 milhões de pessoas desempregadas nos 36 países membros.

O pico de desemprego no denominado ‘clube’ dos países desenvolvidos ocorreu no primeiro trimestre de 2010, com uma taxa de 8,5%.

A taxa de desemprego desceu uma décima em agosto de 2019 na zona euro para 7,4%, a mesma percentagem registada em abril de 2008, precisamente antes de se começarem a fazer sentir os efeitos da crise financeira.

Os decréscimos mais importantes em agosto na zona euro registaram-se em Itália (menos três décimas, para 9,5%) e em Portugal (menos duas décimas, para 6,2%).

Espanha, onde a taxa de desemprego em agosto recuou uma décima para 13,8%, continua a ser um dos três países da OCDE com uma taxa de desemprego de dois dígitos, juntamente com a Grécia (17% em junho, último dado disponível) e a Turquia (14% em junho, também a estatística disponível).

Fora da Europa, o desemprego em agosto manteve-se no Canadá (5,7%), Japão (2,2%) e nos Estados Unidos (3,7%), tendo chegado a cair nove décimas na Coreia do Sul, para 3,1%.

Os dados mais recentes indicam que nos Estados Unidos em setembro se registou uma diminuição de duas décimas para 3,5%, o nível mais baixo desde dezembro de 1969.

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