A decisão do presidente norte-americano, que entra em vigor a partir de 16 de agosto, foi anunciada durante uma visita a uma fábrica de máquinas de lavar, em Clyde, no Estado do Ohio.

Nas justificações avançadas está a lembrança de que estas taxas tinham sido levantadas em maio de 2019, na condição de o Canadá “não inundar os EUA com as suas exportações e não destruir todos os empregos no setor do alumínio”, o que, segundo Trump, não se teria verificado.

Segundo Trump, as importações de alumínio canadiano tinham aumentado 87% entre junho de 2019 e maio de 2020, em relação aos 12 meses anteriores.

No início de julho, ao comentar os rumores sobre esta decisão de Trump, o primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, disse que os EUA não tinham capacidade de produção suficiente e precisavam do alumínio canadiano para as suas indústrias automóvel e de alta tecnologia.

A Câmara Americana do Comércio foi rápida a criticar Trump, afirmando que ia “aumentar os custos para os produtores” nos EUA, que a maior parte dos fabricantes de alumínio dos EUA” se opunham a estas taxas e que a decisão ia “gerar medidas de represália contra as exportações dos EUA”.

Esta medida protecionista ocorre passadas poucas semanas da entrada em vigor do novo acordo de comércio livre entre EUA, Canadá e México, que começou a funcionar no início de julho, em substituição do de 1994.

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