No mês passado, o investimento total resultante da concessão de Autorização de Residência para Investimento (ARI) atingiu os 28.084.721,28 euros, uma quebra de 46% face a abril de 2019 (52 milhões de euros), e praticamente em linha com março (+0,35%).

Nos primeiros quatro meses do ano, o investimento captado através da ARI totalizou 147.734.585,61 euros, menos 40% face a igual período de 2019 (249 milhões de euros).

Em abril, foram concedidos 53 vistos 'gold', dos quais 45 por via do critério de aquisição de bens imóveis e oito através da transferência de capitais.

No total, foram atribuídos 259 vistos 'dourados' nos primeiros quatro meses do ano.

No mês passado, o investimento na compra de bens imóveis totalizou 24,4 milhões de euros e a transferência de capitais 3,6 milhões de euros.

Das 53 concessões de visto 'gold' em abril, 15 foram provenientes da China, nove do Brasil, cinco do Irão, três da Rússia e dois da Dominica.

Em mais de sete anos – o programa ARI foi lançado em outubro de 2012 –, o investimento acumulado até março passado totalizou 5.139.988.415,56 euros, com a aquisição de bens imóveis a somar 4.638.251.988,90 euros.

Do total de investimento em compras de imóveis, 186.801.419,45 euros correspondem ao requisito de aquisição tendo em vista a reabilitação urbana.

Já os vistos atribuídos por transferência de capitais totalizaram 501.736.427,66 euros.

Desde a criação deste instrumento, que visa a captação de investimento estrangeiro, foram atribuídos 8.466 ARI: dois em 2012, 494 em 2013, 1.526 em 2014, 766 em 2015, 1.414 em 2016, 1.351 em 2017, 1.409 em 2018, 1.245 em 2019 e 259 em 2020.

Até abril, em termos acumulados, foram atribuídos 7.970 vistos 'gold' por via da compra de imóveis, dos quais 519 tendo em vista a reabilitação urbana.

Por requisito da transferência de capital, os vistos concedidos totalizam 479 e foram atribuídos 17 por via da criação de, pelo menos, 10 postos de trabalho.

Por nacionalidades, a China lidera a atribuição de vistos (4.518), seguida do Brasil (895), Turquia (401), África do Sul (334) e Rússia (316).

Desde o início do programa foram atribuídas 14.552 autorizações de residência a familiares reagrupados, das quais 515 em 2020.

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