Lonzo avançou que Michael Umeshkumar Chandular foi levado à força de um restaurante onde se encontrava sentado com amigos, às 19:05 (17:00 de Lisboa).

"Logo de seguida ao rapto, tivemos a informação, iniciámos uma revista a viaturas na cidade e patrulhas no único ponto de entrada e saída rodoviário e ativámos também a polícia fluvial, para vigiar os barcos que saem da cidade", adiantou.

O porta-voz da polícia na província da Zambézia assinalou que é o primeiro rapto "de que há memória na história da cidade", que, por se pequena e ter apenas um ponto de entrada e saída por via rodoviária "não é muito apetecível para a criminalidade violenta".

Michael Umeshkumar Chandular é muito conhecido na cidade de Quelimane no mundo da promoção de espetáculos e é também proprietário de um "botle store", como são conhecidos em Moçambique as lojas de venda de bebidas alcoólicas.

Chandular é a terceira vítima de rapto em menos de uma semana em Moçambique, depois de no domingo ter sido raptado um empresário de nacionalidade indiana, numa das avenidas da capital Maputo, e uma mulher, 49 anos, com nacionalidade portuguesa, à saída do Consulado Geral de Portugal, em Maputo, na terça-feira.

No ano passado, as autoridades moçambicanas registaram mais de 10 raptos, cujas vítimas são empresários ou seus familiares.

PMA // VM

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