"O mais forte não é o que grita mais alto e por isso vamos superar esta crise (da Catalunha) e vai reconhecer-se a contribuição dos socialistas catalães. Vai-se ver já no domingo", disse o líder do PSOE e presidente do governo, em funções.

"É preciso que haja governo. Travar os franquistas e que seja progressista", disse Sánchez, frisando que é preciso derrubar o "muro do bloqueio".

"Se quisermos um governo progressista contra a ultra direita e um partido ponderado para lutar com os extremismos, aqui está o PSOE", disse Pedro Sánchez alertando para a presença de pactos à direita dos socialistas.

"É verdade que vemos cada vez mais extremismos e 'ultras'" disse sublinhando que existe um problema de extremismos como na Catalunha", referindo-se indiretamente ao Vox e à crise catalã.

"Catalunha vai cobrir-se de vermelho porque vamos vencer estas eleições", disse Sánchez manifestando também o desejo que nas próximas eleições autonómicas o Partido Socialista da Catalunha (PSC) vai ganhar.

A Espanha vai domingo pela quarta vez em quatro anos a eleições.

As eleições foram convocadas em setembro pelo rei de Espanha, depois de constatar que Pedro Sánchez não conseguiu reunir os apoios suficientes para ser investido primeiro-ministro pela maioria absoluta dos deputados ou, numa segunda volta, apenas pela maioria simples.

A campanha eleitoral mais curta de sempre, apenas oito dias, termina às 24:00 (menos uma em Lisboa) de hoje, sábado será um dia de reflexão e domingo os espanhóis votam das 09:00 até às 20:00.

PSP // EL

Lusa/fim

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