Doze clientes lesados pelo BPP estão hoje a manifestar-se frente à comissão liquidatária do banco, em Lisboa, contra o arrastar do processo há 11 anos sem serem ressarcidos das perdas e acusando os gestores liquidatários de se quererem perpetuar.
O Conselho Superior da Magistratura (CSM) anunciou hoje que "vai reunir informação" sobre o processo e a alegada demora no cumprimento da pena condenatória do ex-banqueiro João Rendeiro, após um pedido de João Paulo Batalha e Paulo Morais.
João Rendeiro, rosto do Banco Privado Português (BPP), assume parte da responsabilidade do que aconteceu ao banco, mas recusa ser o bode expiatório da falência do sistema inteiro e aponta o dedo ao Banco de Portugal. Afinal, até hoje só os acionistas ficaram a perder dinheiro e o banco central nunca
O Juízo Central Criminal esteve hoje a ouvir ex-gestoras de conta ‘private’ do BPP, na qualidade de testemunhas arroladas pela acusação, sobre as condições em que a subscrição de produtos financeiros como obrigações subordinadas eram apresentadas aos clientes.
O BPP indica ter provas que revelam de que forma os arguidos acusados de fraude fiscal e branqueamento de capitais desviaram o dinheiro. Os advogados de defesa contestam as provas, considerando-as ilegais.
O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) condenou o antigo presidente do Banco Privado Português (BPP) João Rendeiro a cinco anos e oito meses de prisão por vários crimes de falsidade informática e falsificação de documentos.
A defesa do antigo presidente do Banco Privado Português (BPP) admitiu hoje que deverá recorrer do acórdão que condenou o ex-banqueiro João Rendeiro a uma pena de cinco anos de prisão por falsidade informática e falsificação de documentos.
O antigo presidente Banco Privado Português (BPP) João Rendeiro foi esta segunda-feira condenado a cinco anos de prisão com pena suspensa por falsidade informática e falsificação de documentos caso pague 400 mil euros à associação Crescer.
O advogado do BPP defendeu hoje que João Rendeiro, ex-presidente do banco, e outros dois administradores devem ser “severamente sancionados” com penas de prisão efetiva pelos atos praticados enquanto geriam a instituição que foi à falência.
O Ministério Público pediu hoje pena de prisão entre sete e nove anos para o ex-presidente do Banco Privado Português (BPP) João Rendeiro, nas alegações finais do julgamento no Tribunal Criminal de Lisboa.
O Ministério Público vai recorrer do acórdão do Tribunal Central Criminal de Lisboa que, em 05 de maio, absolveu novamente o ex-presidente do Banco Privado Português do crime de burla qualificada, assegurou hoje à Lusa fonte do MP.
Pode ter deixado falir um banco, mas aquele que ficou conhecido como o banqueiro dos ricos vive hoje de vender conselhos mundo fora. Continua a dizer que a ilusão do dinheiro fácil, a tentação e a falta de limites impostos pela regulação foram os pecados capitais que conduziram ao colapso de alguns
O Ministério Público vai instaurar ações executivas para cobrança coerciva das multas, da ordem dos 2,1 milhões de euros, aplicadas há um ano pelo Tribunal da Concorrência a três ex-administradores do BPP, entre os quais João Rendeiro.