O equipamento, aguardado com ansiedade pela comunidade científica, está "atualmente a passar pelas etapas finais de integração e por testes que exigirão mais tempo para garantir uma missão bem-sucedida", explicou a NASA em comunicado.

O lançamento já havia sido adiado para 2019.

"Uma vez determinada uma nova data para o lançamento, a NASA fornecerá uma estimativa dos custos, que poderão exceder os 8 mil milhões de dólares (6,44 mil milhões de euros) originalmente previstos", indicou a agência, sem fornecer detalhes sobre o possível custo final do projeto.

O administrador interino da NASA, Robert Lightfoot, classificou o telescópio como "o projeto de maior prioridade para a Direção de Missão Científica da agência e o maior projeto internacional de ciência espacial na história dos Estados Unidos".

A perspectiva de elevar o seu já alto orçamento poderá gerar mais dores de cabeça.

O projeto, um esforço conjunto com as agências espaciais europeias e canadianas, já chamou a atenção dos legisladores pelos seus custos crescentes, dado que o orçamento original era de 3,5 mil milhões de dólares (2,8  mil milhões de euros).

Um comité de revisão independente avaliará a missão e informará no final do ano sobre o que deve ser feito, e provavelmente quanto custará. A NASA deve fornecer uma atualização ao Congresso.

O telescópio espacial James Webb — em homenagem ao segundo administrador da NASA, que esteve no comando da agência entre 1961 e 1968 — será o mais poderoso telescópio já construído.

Cem vezes mais sensível do que seu antecessor — o revolucionário Hubble, lançado em 1990 — será capaz de estudar a atmosfera dos exoplanetas, planetas localizados além do nosso sistema solar.

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