Nos primeiros seis meses de 2019, a Huawei vendeu 118 milhões unidades de diferentes produtos, incluindo uma subida homóloga de 24% nas vendas de telemóveis.

Trata-se de um ritmo de crescimento superior ao registado na totalidade de 2018, de 19,5%.

O presidente da Huawei, Liang Hua, admitiu, no entanto, que as vendas sofreram "algum impacto" desde que Washington impôs restrições à empresa, mas não avançou mais detalhes.

Os Estados Unidos acusam a maior fabricante mundial de equipamentos para firmas de telecomunicação e Internet de cooperarem com os serviços secretos chineses.

Washington, que proibiu já a Huawei de participar na implantação da rede de Quinta Geração (5G) em solo norte-americano, está também a pressionar os aliados a tomarem medidas semelhantes.

Austrália, Nova Zelândia e Japão aderiram já aos apelos e restringiram a participação da Huawei.

Em maio passado, a Casa Branca colocou a firma numa lista de entidades do Departamento de Comércio, após as negociações falharem em maio, o que implica que as empresas norte-americanas tenham de solicitar licença para vender tecnologia à empresa.

O veto foi parcialmente suspenso, após Pequim e Washington acordarem um período de tréguas na guerra comercial que travam há um ano.

Liang disse que a Huawei evitou interrupções na produção e vendas, mas ressalvou que continua a ter "dificuldades pela frente", no segundo semestre do ano.

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