Portugal é o país vencedor do World Photographic Cup, pelo segundo ano consecutivo. Funcionando como um campeonato do mundo em que os fotógrafos propostos por cada país concorrem individualmente a várias categorias de imagem, e contribuem depois com os seus resultados pessoais para a classificação coletiva da seleção que representam, o evento volta assim a distinguir Portugal com o 1.º lugar da tabela, que já venceu no ano passado.

"Parabéns à equipa de Portugal por ganhar o WPC duas vezes seguidas", declara, no 'site' do evento, o presidente do júri, Jorgen Brandt, referindo que a quarta edição do campeonato foi "uma competição incrivelmente renhida".

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Rui Pires, que preside à Associação Portuguesa de Profissionais de Imagem (APPImagem), e nessa condição convoca os concorrentes nacionais entre os diversos candidatos inscritos para o efeito, também disse à Lusa: "Estou muito orgulhoso do trabalho dos nossos profissionais. Arrecadado por um país tão pequenino como o nosso, este prémio só mostra que somos grandes no que fazemos".

Já Giuseppe Scozzi, diretor executivo do WPC, realça o significado internacional do prémio, ao referir que "nunca houve antes um programa que envolvesse assim a fotografia". O mesmo responsável acrescenta que os participantes vêm, por isso, demonstrando uma crescente "onda de entusiasmo no sentido de darem o seu melhor pelo país que representam".

A equipa portuguesa que concorreu às seis categorias da edição do WPC de 2017 reuniu um total de 15 fotógrafos de várias regiões do país.

Diogo Freitas, José Almeida e João Carlos disputaram a modalidade de Fotografia Comercial, enquanto Carlos Resende, Daniel Rodrigues e Nuno Sá foram os selecionados para as categorias de Natureza, Paisagem e Vida Selvagem.

Na secção de Ilustração e Arte Digital, a representação nacional coube a José Almeida, Diogo Freitas e Diamantino Jesus e, na de Retrato, os concorrentes foram Diamantino Jesus, Fernando Branquinho e André Brito.

À categoria de Reportagem e Fotojornalismo concorreram ainda trabalhos de José Ferreira, António Tendim e Rui Palha, sendo que, à de Casamento, se candidataram fotografias de Miguel Matos, Nelson Marques e Pedro Vilela.

Na edição deste ano só houve uma medalha a título individual para um fotógrafo português - a de bronze para o lisboeta José Almeida, na categoria de Ilustração -, mas foi a soma de todas as classificações pessoais, obtida por cada membro da equipa que, mesmo assim, garantiu o título coletivo a Portugal.

Em segundo lugar na classificação de grupo, ficou a seleção dos Estados Unidos e, em terceiro, a equipa da Rússia.

As medalhas de ouro individuais, por sua vez, foram distribuídas por fotógrafos da Finlândia, Eslováquia, Reino Unido, Rússia, México e Singapura.

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