O prémio literário sueco, com um valor monetário de cinco milhões de coroas suecas (cerca de 480.000 euros), reconhece uma autora cujo universo criativo e literário “é enigmático e em constante mutação”, que deambula entre as questões existenciais e as do quotidiano, justificou hoje o júri no anúncio.

Eva Lidstrom, 70 anos, vive em Estocolmo, começou por trabalhar, nos anos 1980, como cartoonista e publicando banda desenhada.

Em 1988, editou o primeiro livro ilustrado, intitulado “Kattmossan” (“O chapéu do gato”), seguindo-se até hoje mais de trinta obras em nome próprio, às quais se juntam também ilustração para outros autores.

Premiada por diversas vezes pela obra publicada – que está inédita no mercado português -, Eva Lindstrom também já esteve nomeada para o prémio Hans Christian Andersen, o mais antigo na literatura para crianças e jovens.

Este ano estavam nomeados seis autores portugueses: As escritoras Isabel Minhós Martins e Cristina Carvalho e os autores e ilustradores Bernardo P. Carvalho, António Jorge Gonçalves, André Letria e Catarina Sobral.

Em anos anteriores, já estiveram nomeados, entre outros, as escritoras Alice Vieira e Maria Teresa Maia Gonzalez, os escritores António Mota e António Torrado, o bibliotecário Nuno Marçal, responsável pela biblioteca móvel de Proença-a-Nova, e a associação artística Andante.

O Astrid Lindgren Memorial Award (ALMA) foi lançado em 2002 pelo governo da Suécia, em homenagem à escritora Astrid Lindgren, popular por ter criado a personagem “Pipi das meias altas”.

O galardão reconhece escritores, ilustradores, organizações e outras personalidades que se dedicam à promoção do livro e da leitura para crianças e jovens.

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