Uma impressão digital feita a partir de jornais, publicada pelo jornal 'online' Mundiario, em novembro de 2020, valeu a Mariagrazia Quarantada o grande prémio do maior evento anual de desenho de humor, no valor de 10 mil euros, e o primeiro prémio na categoria de desenho de humor.

Ainda nesta categoria, o júri atribuiu o segundo prémio à obra "2020 Ano da Pandemia", do albanês Agim Sulaj, publicada pelo jornal Corriere Romagna, em novembro de 2020, e o terceiro prémio a "O pequeno-almoço", do sérvio Goran Divac, publicada no jornal Vecernje Novosti, em dezembro de 2020.

Na categoria de caricatura, o mexicano Dario Castillejos foi o primeiro premiado, com a obra "Greta Thunberg", publicada em El Imparcial, o português André Carrilho, o segundo, com "Juan Carlos II", publicada no Diário de Notícias, e o espanhol Ivan Mata Tamayo, o terceiro, com "Rainha Sofia de Espanha", publicada no El Diario Vasco.

Na categoria de 'cartoon' editorial, o primeiro prémio foi atribuído ao ucraniano Konstantin Kazanchev, por um desenho sem título, publicado na plataforma holandesa de cartoons Cartoon Movement, o segundo prémio, ao australiano David Rowe, por "Trump Riot", publicado no jornal Australian Financial Review, e, o terceiro prémio, ao argentino Alejandro Becares, por "David e Golias", publicado também na plataforma Cartoon Movement.

A esta edição concorreram quase um milhar de trabalhos, de 64 países, estando os selecionados em exposição até 17 de outubro no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha.

Os desenhos foram avaliados por um júri internacional que integrou, além do diretor do salão, Christine Traxeler de França, Jugoslav Vlahovic, da Sérvia, Leonardo Gutierrez, da Venezuela, e João Alpuim Botelho, de Portugal.

“Desde 2005, ao longo de 16 edições quase sem interregno, o World Press Cartoon vem sendo um lugar de encontro de talentos e um incentivo à criação de qualidade neste domínio”, afirmou o diretor do festival, o 'cartoonista' português António Antunes, acrescentando que o salão procura contribuir para “dar algum alento aos autores no duro contexto da grave crise que a imprensa internacional atravessa”.

O certame começou por se realizar em Sintra, em 2005, mudou-se em 2014 para Cascais e sofreu, em 2015, uma redução no valor monetário dos prémios, que ascendem a um total de 25 mil euros, levando a organização a considerar não haver condições para a sua manutenção.

As Caldas da Rainha, no distrito de Leiria, acolhem a sua realização desde 2017.

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