Na competição de curtas-metragens estão os filmes "Luz de Presença", de Diogo Costa Amarante, e "Nanu Tudor", obra da realizadora moldava Olga Lucovnicova com coprodução entre Portugal, Bélgica e Hungria.

Para Diogo Costa Amarante, é a terceira vez que compete neste festival, depois de ter estado nomeado em 2014, com "As rosas brancas", e em 2017 com "Cidade pequena", obra com a qual venceu o Urso de Ouro de Melhor Filme, o prémio máximo do festival de Berlim.

Na secção Fórum está, em estreia mundial, o filme "No táxi do Jack", entre documentário e ficção, de Susana Nobre.

No programa Fórum Expandido, no qual o cinema se estende para outras expressões artísticas, estão "13 ways of looking at a blackbird", de Ana Vaz, "Mudança", do realizado luso-guineense Welket Bungué, e "Night for day", da artista visual britânica Emily Wardill, com coprodução luso-austríaca.

A 71.ª edição do festival decorrerá em dois momentos, numa tentativa de adaptação à situação global da covid-19: Entre 01 e 05 de março acontecerá um evento da indústria, em formato ‘online’, para profissionais do setor, júris e imprensa especializada, e entre 09 e 20 de junho a programação será para o público.

O festival alemão está esta semana a divulgar grande parte da programação oficial desta edição.

Na semana passada, anunciaram a seleção da 19.ª edição da 'Berlinale Talents', um programa de formação, conversas e encontros, destinado a 205 profissionais de 65 países, entre os quais os realizadores portugueses Paulo Carneiro e David Pinheiro Vicente e a ‘designer’ de som portuguesa Inês Adriana.

A eles juntam-se a realizadora canadiana Joelle Walinga e a produtora brasileira Janaina Bernardes, que trabalham com Portugal.

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