De acordo com o ‘site’ Deadline no final da semana passada, o presidente dos estúdios Walt Disney, Alan Horn, voltou atrás na decisão depois de vários encontros com Gunn e do seu pedido público de desculpas.

"As minhas palavras de há quase uma década atrás foram, na altura, um fracasso total e esforços infelizes para serem provocatórias. Eu lamento os ‘tweets’, não apenas porque eram estúpidos, mas porque não eram engraçados, eram selvagens e insensíveis, e certamente não tão provocadores como eu esperava, mas também porque eles não refletem a pessoa que eu sou hoje ou tenho sido há algum tempo”, escreveu o cineasta no Twitter, em julho de 2018.

Depois da publicação da notícia, Gunn publicou uma declaração no Twitter, a agradecer a todos aqueles que o apoiaram nos últimos meses e a saudar a decisão da Disney.

O estúdio tinha colocado o filme em espera, embora o produtor, Kevin Feige, mantivesse a intenção o fazer.

No entanto, após o incidente, a Warner Bros. contratou James Gunn para escrever e dirigir o filme “Esquadrão Suicida”, com lançamento em agosto de 2021, e os estúdios Marvel – parte da Disney - terão agora de esperar pelo final das gravações do mesmo.

"Estou sempre a aprender e continuarei a trabalhar para ser o melhor ser humano que posso ser. Eu aprecio profundamente a decisão da Disney e estou animado para continuar a fazer filmes que investiguem os laços de amor que nos unem a todos”, acrescentou o Gunn na sexta.

O primeiro filme “Guardiões da Galáxia” estreou-se em 2014, faturando mais de 773 milhões de dólares em todo o mundo, e o segundo, estreado em 2017, arrecadou mais de 863 milhões de dólares.

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