O filme contracenado por Mahershala Ali e Naomie Harris conta a história de um jovem afro-americano que luta para encontrar o seu lugar à medida que cresce num bairro difícil de Miami.

“Moonlight” conquistou os prémios de melhor filme e melhor realizador para Barry Jenkins e de melhor argumento, cinematografia e edição.

“Este [prémio] é difícil. Há tantos realizadores espetaculares nesta categoria”, disse jenkins, que bateu Andrea Arnold (“American Honey”), Pablo Larrain (“Jackie”), Jeff Nichols (“Loving”) e Kelly Reichardt (“Certain People”) ao vencer o prémio.

O realizador, que coescreveu “Moonlight”, destacou que o filme foi feito com apenas 1,5 milhões de dólares sob o calor tórrido da Flórida, prestando assim tributo à sua equipa pela perseverança.

O prémio de melhor ator foi para Casey Affleck, cujo desempenho de um solitário com um passado complicado no filme “Manchester by the Sea” já lhe rendeu vários prémios.

“As políticas desta administração [Trump] são abomináveis e não vão durar. Elas são antiamericanas”, disse, numa noite com discursos marcados pela ridicularização ou desprezo contra Donald Trump.

O prémio de melhor atriz foi para a francesa Isabelle Huppert, pelo papel no filme de Paul Verhoeven “Elle”, inspirado na vingança de uma violação.

“É a independência que faz a arte ganhar”, disse a atriz francesa no seu discurso de aceitação do prémio.

Ben Foster ganhou o prémio de melhor ator secundário pelo filme de David Mackenziern “Hell or High Water”, no qual desempenha um dos dois irmãos assaltantes de bancos.

O mesmo prémio no feminino foi atribuído à atriz Molly Shannon, por interpretar o papel de uma mãe com cancro na semiautobiográfica comédia dramática “Other People”.

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