“Empresário de reconhecido mérito, Ilídio Pinho sempre foi um cidadão empenhado no apoio à produção artística”, realça o primeiro-ministro.

António Costa acrescenta que “além de criar uma coleção de referência de arte moderna e contemporânea”, Ilídio Pinho “tem procurado partilhá-la com a sociedade, ciente do seu valor cultural relevante”.

O Museu Arpad Szenes — Vieira da Silva, em Lisboa, inaugura na quarta-feira a exposição “Irradiação Vieira”, com base na coleção da Fundação Ilídio Pinho, estruturada sobre dezassete obras da pintora Maria Helena Vieira da Silva.

A coleção desta fundação resulta de aquisições feitas em vida do fundador, e de um núcleo adquirido entre 2006 e 2008 através de um Conselho das Artes que envolveu o escultor Alberto Carneiro e o curador Miguel von Hafe Pérez, e que permite a perspetiva sobre um arco temporal de 1913 a 2009, envolvendo artistas que vão de Amadeo e Almada, a Eduardo Batarda, Ângelo de Sousa, Julião Sarmento e André Cepeda, com destaque para as obras de Vieira da Silva, raramente apresentadas ao público.

O programa de inaugurações inclui ainda as exposições “Animais da Nova Era”, com esculturas de Josefina Ribeiro, e “Going Against”, com imagens da artista Júlia Ventura. As três exposições ficam patentes durante o verão, até setembro.

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