“Ao longo da carreira, moldou um universo no qual medos e desejos estão lado a lado, onde jovens são não apenas os protagonistas, mas também a força motriz para ultrapassar o pavor. Dentro do setor do cinema norte-americano, Shyamalan é uma figura única, um cineasta que permaneceu fiel à sua visão. Este compromisso é o que procuramos na nossa seleção”, disse o diretor artístico da Berlinale, Carlo Chatrian, citado em comunicado.

Por seu lado, Shyamalan reafirmou que sempre se sentiu “como uma cineasta independente dentro do sistema de Hollywood”, mostrando-se honrado pelo convite do festival de Berlim como algo “profundamente significativo”.

M. Night Shyamalan nasceu na Índia em 1970 e cresceu nos Estados Unidos, onde estudou cinema em Nova Iorque.

Depois de o seu filme de estreia, “Praying with Anger” (1992), se ter estreado no Festival Internacional de Cinema de Toronto, foi a sua terceira obra, “O Sexto Sentido” que o lançou na área internacional, a que se seguiram filmes como “O Protegido”, “Sinais” e “A Vila”.

Em 2015, como recorda a biografia da Berlinale, Shyamalan decidiu começar a produzir os seus próprios filmes, “dando-lhe agência sobre a sua visão artística e ajudando-o a preservar a integridade das suas narrativas”.

O festival internacional de cinema de Berlim vai realizar a sua 72.ª edição, como evento presencial, entre 10 e 20 de fevereiro do próximo ano.

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