O Monstra, a cumprir vinte anos, deveria ter acontecido de 18 a 29 de março em várias salas de Lisboa, mas acabou por ser adiado por causa da covid-19, com a direção a optar por apresentar alguns filmes em maio, apenas 'online'.

Agora, retoma as sessões em sala de cinema, num "ato de resistência" cumprindo as regras de segurança e distanciamento, como afirmou recentemente o diretor, Fernando Galrito.

Hoje a abertura, no São Jorge, conta com as estreias mundiais de "The monkey", de Lorenzo Degl’Innocenti e Xosé Zapata, "Setembro", de Ricardo Mata, "Katalog of Flaws", de Marv Newland, e "The One-Minute Memoir", de Joan Gratz.

Na mesma sessão, a realizadora Regina Pessoa receberá o prémio SPA/Vasco Granja pelo filme "Tio Tomás, a Contabilidade dos Dias".

De acordo com a programação, as longas-metragens da competição oficial serão exibidas no City Alvalade, entre as quais "As andorinhas de Cabul", de Zabou Breitman e Eléa Gobbé-Mévellec, e "A Famosa Invasão da Sícilia pelos Ursos", de Lorenzo Mattotti, ambos selecionados para Cannes.

Entre filmes históricos, obras que marcaram os vinte anos da Monstra e que foram pensados para famílias, o festival vai mostrar, por exemplo, "Canção do Mar", de Tomm Moore, "O Rei e o Pássaro", de Paul Grimault, "Fantasia", produzido por Walt Disney, e "A Minha Vida de Courgette", de Claude Barras.

O Monstra acontecerá até 10 de outubro no São Jorge, no City Alvalade, na Cinemateca e na Cinemateca Júnior.

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