"Tivemos contactos preliminares com a estrela do Barcelona, mas ainda não sabemos onde e quando o encontro poderá ser realizado", explicou à AFP Sayed Ali Kazemi, porta-voz da AFF.

A imagem de Murtaza Ahmadi, que apareceu sorridente com um saco do lixo transformado em camisola da seleção argentina, com o nome de Messi nas costas escrito com uma caneta, deu a volta ao mundo há duas semanas, quando o irmão mais velho Homayoun, de 15 anos, publicou um vídeo no Facebook.

A AFF coloca a hipótese de enviar a criança e o pai para Espanha ou "trazer" Lionel Messi ao Afeganistão. No entanto, a segunda opção parece pouco provável, devido à instabilidade que se vive no país, envolvido num conflito armado há mais de 35 anos. Em Jaghuri, cidade onde vive a família de Murtaza, o território é controlado por rebeldes Talibã. Os Ahmadi fazem parte da minoria hazara e pertencem à crença xiita, condenando-os à condição de párias numa sociedade afegã maioritariamente sunita.

Contactada pela AFP, a embaixada de Espanha, em Cabul, declarou-se "disposta a ajudar" Murtaza e o pai a viajar até Barcelona. O pai de Lionel Messi, Jorge, garantiu à AFP, no sábado, que o filho estava "ciente" da existência do pequeno fã afegão e confirmou que o craque argentino quer "fazer algo" com Murtaza.

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