“O filme acompanha, com particular sensibilidade, o modo como vários protagonistas vão recolhendo os fragmentos das suas vidas desfeitas”, depois de terem visto as suas casas bombardeadas pela Rússia, em fevereiro de 2022, lê-se na sinopse.

A Kino cumpre vinte anos dedicados a revelar o cinema de expressão alemã não só da Alemanha, mas também da Áustria, Luxemburgo e Suíça, “dando a conhecer novos cineastas e obras que, de outra forma, dificilmente chegariam a ser vistas nas salas de cinema nacionais”.

Além de Lisboa, este festival acontece também em Coimbra (nos dias 14 e 15 de fevereiro), no Porto (de 02 a 23 de março) e, pela primeira vez, chegará ao sul do país com sessões entre 09 e 11 deste mês em Lagos.

De acordo com a programação, este ano serão exibidas longas-metragens de ficção e documentários “que têm em comum a ideia de começar de novo”, contando, entre outros, com “Raparigas dos escombros”, de Oliver Kracht, “uma história do empoderamento de jovens mulheres num cenário de ruínas da Segunda Guerra Mundial”, e “Os irmãos Skladanowsky”, de Wim Wenders, sobre dois pioneiros do cinema.

Em Lisboa, a Kino decorrerá entre o Cinema São Jorge e a Cinemateca Portuguesa, encerrando no dia 08 com o filme “Corre, Lola, corre”, de Tom Tykwer.

Toda a programação está disponível na página oficial do Instituto Goethe, que organiza a Kino.

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