Num despacho assinado pelo diretor-geral do Património Cultural, Bernardo Alabaça, com data de segunda-feira, e divulgado por aquela entidade, pode ler-se que “com a reabertura ao público no passado dia 18 de maio dos serviços dependentes da DGPC, verifica-se carência de pessoal de vigilância no Palácio Nacional de Mafra, em virtude da situação pandémica que impossibilita a prestação de trabalho presencial a alguns trabalhadores”.

Como consequência, foram reduzidos os circuitos de visita ao palácio, o que levou o diretor da instituição, Mário Pereira, a propor a diminuição do preço dos bilhetes.

Desta forma, foi decidida a aplicação de um desconto de 50% até 30 de setembro, podendo, no entanto, ser revogado caso haja um retomar dos circuitos de visita normais até lá.

Todos os museus, monumentos e palácios na dependência da DGPC foram encerrados no dia 15 de março como parte das medidas para evitar a propagação do novo coronavírus.

Esses espaços vieram a ter autorização para reabrir no Dia Internacional dos Museus, em 18 de maio.

“O Palácio Nacional de Mafra é um conjunto arquitetónico barroco, formado por um Paço Real, uma Basílica e um Convento. Possui importantes coleções de escultura italiana, de pintura italiana e portuguesa, uma biblioteca única, bem como dois carrilhões, seis órgãos históricos e um hospital do século XVIII. O Palácio está integrado na Rede de Residências Reais Europeias”, salienta a página da DGPC.

No ano passado, o palácio, no distrito de Lisboa, foi visitado por mais de 360 mil pessoas, tendo registado um aumento de 5,9% face a 2018.

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