Tal como aconteceu no Episódio 1 - "When You're Lost in the Darkness", antes de arrancar para a "atualidade", o episódio começa com mais um prólogo tenebroso que nos coloca em Jacarta, na Indonésia, em 2003. Neste segmento inicial, ficamos a perceber os acontecimentos que Joel e Sarah ouviram na rádio enquanto tomavam o pequeno-almoço e discutiam geografia no dia em que o surto fúngico virou a América do avesso.

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Em concreto, é revelado que uma reputada professora de micologia (especialidade da biologia que estuda os fungos) da Universidade de Jacarta é interrompida durante o seu almoço para ser informada de que o exército precisa da sua ajuda devido a "um incidente numa fábrica de farinha e grão no lado oeste da cidade". Por "incidente", entenda-se uma mulher descontrolada e lívida de raiva que desatou à monumental dentada aos colegas.

A cientista é então levada para um laboratório e analisa a pedido do exército uma amostra ao microscópio — e conclui que há ali cordyceps, o tal fungo que supostamente não devia de sobreviver em humanos como nos explicaram os cientistas no Episódio 1. Fazer das formigas marionetas sim, em humanos não. Ora, acontece que a especialista partilha deste saber e mesmo quando um elemento do exército reforça que não se trata de uma amostra de cordyceps qualquer (esta contém ADN humano), a professora continua não a acreditar muito bem no que já se está realmente a passar.

Todavia, este ceticismo dura só até ao momento em que faz uma autópsia à mulher que nós deduzimos ser o "Paciente Zero". É que depois de a fazer, a cientista fica horrorizada ao extrair um tufo de lombrigas fúngicas da sua boca. E não só fica horrorizada com tudo aquilo como responde o seguinte quando o exército lhe pediu um plano para controlar o surto.

  • "Bomb. Comece a bombardear. Comece a bombardear esta cidade e todos os que habitam nela."
Estabelecidos mais uns detalhes sobre a origem do apocalipse de "The Last of Us", a narrativa volta às ruínas e crateras (provocadas pelas bombas) da Boston atual, onde se encontram Joel, Tess e Ellie, prontos e preparados para dar início a uma exploração inquietante por um hotel e museu abandonados. No entanto, a jornada só começa após umas lições à petiza, que precisa de estar ocorrente de que fora da zona controlada, existe:
  • Um grande número de infetados espalhados por toda a cidade, sendo que neste grupo existem excelentes corredores de 100 metros estafeta desejosos de a apanhar;
  • Os infetados estão ligados por uma "Internet Fúngica Dos Solos" que permite que comuniquem uns com outros. Basicamente, uma criatura consegue alertar outros parentes que o jantar está prestes a ser servido — a quilómetros de distância;
  • Apesar de a Ellie ser potencialmente a única pessoa na América que não pode ser "transformada" e ficar infetada, Tess lembra que não está "imune de ser dilacerada". Do género, também morres se te arrancarem qualquer coisa.

Finalizada a aula de "Introdução aos Infetados no Exterior", a missão prossegue e Joel e Tess vão ter de fazer uma escolha para chegar à cúpula dourada (a.k.a Capitólio do Estado do Massachusetts) onde vão entregar Ellie aos Pirilampos: ou seguir pelo "caminho mais longo" ou ir pelo "caminho da morte".

Feita uma sessão de voto pelo trio, ganha a prudência e dá-se um "partida, largada, fugida!" pela via segura até chegarmos a um dos momentos pelo qual os fãs dos jogos mais aguardavam: o confronto com os clickers, a terceira fase de um infetado com cordyceps, que basicamente é um ex-humano de cabeça cortada ao meio e cego, mas que consegue "ver no escuro como um morcego".

Superado o encontro (à bala) com os clickers e trocada a roupa anterior, entramos no clímax do episódio, que acontece já no Capitólio e em que descobrimos que não há sinais de pirilampos (vivos). E é neste momento, nestes cinco minutos finais, que acontecem ferimentos emocionais severos à alma do espetador, pois:
  • Tess anuncia que "a sorte tinha de eventualmente acabar" — e revela uma mordida na clavícula.
  • Tess manda uma grande bojarda e traça o futuro de Joel. "Nunca te pedi nada, nem para te sentires como me senti. Esta é a tua oportunidade. Mantém-na viva. E corrige tudo. Todas as m***** que fizemos".
  • Um enorme grupo de infetados está na iminência de entrar pelo cúpula adentro e o tempo urge.
  • Tess faz um último pedido: "Salva quem podes salvar". Joel ainda barafusta um pouco, mas depois acata e pega no braço de Ellie (birrenta e a espernear, claro) e abandona o edifício.

No interior do Capitólio, o piso principal está cheio de combustível. E entre o nervosismo e a infeção a alastrar pelo corpo, Tess batalha com os seus próprios dedos para acender um isqueiro tipo Zippo. Ao mesmo tempo, os infetados tomam de assalto o local e um deles corre na sua direção, de boca bem aberta, prontíssimo a colocar as suas lombrigas de fora pela garganta de Tess abaixo. Para mal dos pecados do espetador, o infetado é bem-sucedido nos seus intentos, pelo que é obrigado a ver aquilo que se assemelha a um beijo, mas que é tudo menos isso.

Ainda assim, Tess consegue finalmente acender o isqueiro e acabar o arco narrativo da sua redenção ao fazer explodir um conhecido monumento dos EUA — enquanto protege o homem de quem gosta e a rapariga que pode salvar o mundo.

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