Num comunicado hoje divulgado, no 'site' oficial do Warner Music Group, lê-se que o acordo, alcançado entre a Warner Chappell Music e os herdeiros de Bowie, “inclui todo o corpo de trabalho de David Bowie, abrangendo centenas de canções dos 60 anos de carreira do icónico artista e compositor, entre as quais ‘Space Oddity’, ‘Changes’, ‘Life on Mars?’, ‘Ziggy Stardust’, ‘Starman’, ‘Rebel Rebel’, ‘Fame’, ‘Young Americans’, ‘Golden Years’, ‘Heroes’, ‘Ashes to Ashes’, ‘Modern Love’, ‘Let’s Dance’, ‘Where Are You Now?’, ‘Lazarus’ e muitas mais”.

O acordo inclui também “canções dos 26 álbuns de estúdio de David Bowie, editados em vida, bem como do álbum de estúdio póstumo, ‘Toy’”, “dois álbuns de estúdio de Tin Machine”, grupo de que David Bowie fez parte entre 1988 e 1992, e “temas editados como 'singles' de bandas sonoras e outros projetos”.

De acordo com a publicação norte-americana Variety, os direitos globais de publicação do catálogo de músicas de Bowie foi vendido à Warner, “após meses de negociações”, por cerca de 250 milhões de dólares (cerca de 221 milhões de euros).

David Bowie morreu a 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter celebrado 69 anos com a edição de um álbum, “Blackstar”.

Segundo o jornal The Guardian, as vendas póstumas dos seus álbuns aumentaram mais de 5.000% nos Estados Unidos, e as estatísticas de escuta de canções na plataforma Spotify subiram 2.700%. Só na semana em que morreu, venderam-se 682.000 exemplares de álbuns de David Bowie.

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