Sob o lema “Lutar pelos direitos, valorizar os trabalhadores”, no 1.º de Maio, a intersindical liderada por Arménio Carlos tem previstas manifestações, concentrações, convívios e iniciativas culturais, desportivas e lúdicas em várias cidades do país. Em Lisboa, o desfile arranca no Martim Moniz e termina na Alameda D. Afonso Henriques, com intervenções sindicais.

No Martim Moniz estão já centenas de pessoas de todas as idades, alguns dos quais a título individual e outros a representar sindicatos, de profissões como os professores, bancários e das áreas da indústria, dos serviços, entre outros.

A CGTP comemora o Dia do Trabalhador com manifestações e festividades em cerca de 40 localidades do país, enquanto a União Geral de Trabalhadores (UGT) centra a celebração em Figueiró dos Vinhos, uma das localidades mais afetadas pelos incêndios de 2017.

As comemorações deste ano do 1.º de Maio lembram os 132 anos dos acontecimentos de Chicago, que levaram à criação do Dia do Trabalhador. Naquela data foi realizada uma ação de luta pela redução da jornada de trabalho para as oito horas, que foi reprimida com violência pelas autoridades dos Estados Unidos, que causaram a morte a dezenas de trabalhadores e condenaram à forca quatro dirigentes sindicais.

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