“Estamos totalmente em desacordo com as acusações”, declararam os homens em tribunal, segundo a agência de notícias russa TASS.

O alegado líder do atentado, Abror Azimov, e outros dez homens, foram acusados de integrarem uma organização extremista e levarem a cabo o atentado terrorista.

Os 11 são também acusados de produção e venda ilegal de engenhos explosivos.

De acordo com a investigação, a 03 de abril de 2017, o terrorista suicida de origem quirguiz, Akbarzhon Dzhalilov, colocou uma bomba numa estação de metro de São Petersburgo, entretanto encontrada e desativada.

Contudo, o terrorista suicida conseguiu fazer explodir uma segunda bomba numa carruagem entre duas estações de metro, provocando a morte de mais 16 pessoas e ferindo outras 67.

Além das perdas humanas, o atentado causou prejuízos económicos no valor de 1,4 milhões de euros à empresa estatal que gere o metro da cidade.

Antes do atentado no metro de São Petersburgo, um dos ataques mais graves na Rússia ocorreu em dezembro de 2013, quando dois suicidas mataram 34 pessoas numa estação de comboios e num elétrico em Volgogrado, antiga Estalinegrado.

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