Ramaphosa, líder do Congresso Nacional Africano (ANC), prometeu após ter sido empossado no cargo “muito trabalho” para erradicar a corrupção, na qual Zuma está implicado em numerosas acusações, incluindo os contratos de armamento em finais dos anos 1990, nos quais se suspeita que usou bens do Estado para favorecer terceiros.

Outros dos temas que constam da linha de ação do Governo e que Ramaphosa vai recuperar no seu discurso são o melhoramento da economia sul-africana e a unidade da África do Sul.

“Trabalharei muito para não dececionar o povo sul-africano”, disse Ramaphosa, que exercia o cargo de vice-Presidente da África do Sul e que, no final do ano passado, assumiu a liderança do ANC.

A “humildade e a dignidade” serão as preocupações que Cyril Ramaphosa já disse que nunca deixará de ter no exercício das funções.

A sua eleição como chefe de Estado da África do Sul representa aparentemente o fim da crise política reinante no país.

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