“É do nosso interesse que a Síria se torne um país estável. Temos de a reconstruir para isso. Temos um papel importante nesse aspeto”, disse Heiko Maas numa série de mensagens no Twitter antes de se reunir com o homólogo russo, Serguei Lavrov, em Berlim.

Em agosto, numa visita a Berlim, o Presidente russo, Vladimir Putin, pediu à União Europeia (UE) para participar financeiramente na reconstrução da Síria para permitir o regresso de milhões de refugiados.

“É potencialmente um enorme peso para a Europa”, advertiu Putin, defendendo a importância de restabelecer serviços básicos como a distribuição de água e assistência médica para encorajar o regresso dos que fugiram da guerra.

Maas escreveu que “o que está em jogo na Síria” é “prevenir o pior: uma nova catástrofe humanitária”.

“Direi hoje ao meu colega russo Lavrov que esperamos que não haja uma grande ofensiva em Idleb”, acrescentou o ministro alemão, referindo-se ao último bastião da oposição síria que as forças do regime, apoiadas pela Rússia e o Irão, se preparam para tomar.

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