Não há para já notícias danos ou ferimentos generalizados e o alerta inicial de tsunami foi retirado após a ameaça ter passado.

“Não há grandes danos na estrutura dos edifícios”, disse o porta-voz do governo das Ilhas Salomão, George Herming.

Herming salientou que as Ilhas Salomão, onde vivem cerca de 700.000 pessoas, não têm prédios altos que possam ser vulneráveis a um terramoto, mas admitiu algum pânico e caos no trânsito na capital, Honiara, enquanto todos tentavam conduzir para terrenos mais altos.

O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, disse que todo o pessoal do Alto Comissariado da Austrália estava a salvo.

“Não há informação sobre feridos, mas o telhado do anexo do Alto Comissariado desabou, o que aponta para prováveis danos em toda a cidade”, disse Albanese ao parlamento.

“O pessoal foi deslocado para terrenos mais altos porque foi emitido um aviso de tsunami. O nosso Alto Comissariado está a tentar confirmar a segurança de todos os australianos nas Ilhas Salomão. Há dificuldades porque as linhas telefónicas ficaram em baixo. Portanto, há dificuldades de comunicação”, acrescentou.

O epicentro do terramoto foi no oceano, a cerca de 56 quilómetros de Honiara, a uma profundidade de 13 quilómetros, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

As Salomão têm centenas de ilhas situadas no Pacífico Sul e fronteiras marítimas com a Papua-Nova Guiné, Nauru e Vanuatu.

O arquipélago fica situado no chamado “anel de fogo” do Pacífico, zona de grande atividade sísmica e vulcânica, onde são registados milhares de sismos por ano, na maioria de magnitude fraca a moderada, e com mais de uma centena de vulcões ativos.

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