A empresa com sede em Seattle anunciou esta terça-feira que comprou 11 aeronaves Boeing 767-300, sete delas da Delta e quatro da WestJet.

A gigante do comércio eletrónico lançou a divisão de transporte aéreo há quatro anos, depois de um período em que utilizou aviões alugados para o efeito.

"O nosso objetivo é continuar a atender a clientes em todos os Estados Unidos da maneira que eles esperam da Amazon, e comprar as nossas próprias aeronaves é o próximo passo natural em direção a esse objetivo", disse a vice-presidente da Amazon Global Air, Sarah Rhoads, em comunicado.

"Ter uma combinação de aeronaves alugadas e próprias na nossa crescente frota permite-nos gerir melhor as nossas operações, o que nos ajuda a manter o ritmo no cumprimento das promessas aos clientes."

As aeronaves adquiridas da WestJet estão a ser convertidas de transporte de passageiros para carga e farão parte da frota da Amazon ainda este ano, segundo a empresa.

Os jatos comprados da Delta não deverão entrar em operação na frota da Amazon até 2022. A Amazon Air está a expandir-se globalmente e a incorpor o uso de combustível de aviação sustentável e equipamentos de solo movidos a eletricidade de painéis solares, de acordo com a empresa.

A Amazon investiu fortemente na expansão e no fortalecimento de sua rede de distribuição, muito antes de a pandemia causar um aumento repentino de negócios em sua plataforma.

Ao mesmo tempo, os riscos da covid-19 arrasaram a indústria de viagens, fazendo com que as companhias aéreas considerassem a venda de aeronaves para reduzir custos e gerar dinheiro.

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