“Os EUA estão prontos para ajudar o Brasil nos esforços de combate aos incêndios na Amazónia. [Mas] Não concordamos com a iniciativa do G7, que falhou em consultar o Governo de Jair Bolsonaro”, escreveu na quarta-feira o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Garrett Marquis, na rede social Twitter.

Na segunda-feira, o Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que o grupo das sete nações mais industrializadas do mundo disponibilizou uma ajuda imediata de 20 milhões de dólares (17,95 milhões de euros) para combater os incêndios na maior floresta tropical do mundo, mas Bolsonaro declarou que só aceitaria a ajuda se o homólogo francês pedisse desculpas pelo “insultos”.

Na cimeira do G7, que decorreu no passado fim de semana na cidade francesa de Biarritz, Macron questionou a estratégia do Governo brasileiro sobre a Amazónia e colocou mesmo a questão de o problema ter um estatuto internacional, já que afeta o planeta e não apenas um país.

Trump, por sua vez, elogiou os os esforços do seu homólogo brasileiro, Jair Bolsonaro, no combate aos incêndios na Amazónia.

Donald Trump usou a sua conta pessoal no Twitter para congratular Jair Bolsonaro sobre a forma como tem reagido aos incêndios na Amazónia, considerando que o seu trabalho tem sido “muito bom para o povo brasileiro”.

O número de incêndios no Brasil aumentou 83% este ano, em comparação com o período homólogo de 2018, com 72.953 focos registados até 19 de agosto, sendo a Amazónia a região mais afetada.

A Amazónia, a maior floresta tropical do mundo e com a maior biodiversidade registada numa área do planeta, tem cerca de 5,5 milhões de quilómetros quadrados e inclui territórios do Brasil, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e Guiana Francesa (pertencente à França).

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