“Por um lado, esperamos dos refugiados que cumpram as nossas leis, que tenham curiosidade pelo país e que respeitem os nossos valores. Por outro lado, nós, como alemães, devemos também ser abertos”, salientou a responsável política, na sua mensagem de vídeo semanal.

Nos últimos dois anos, a Alemanha recebeu cerca de 1,2 milhões de pessoas que pediram asilo.

A agenda da chanceler para a próxima semana reflete a sua aposta no acolhimento, já que vai visitar um projeto de integração de pessoas que pediram asilo, em Colónia, terá uma reunião com organizações intervenientes no apoio aos refugiados e participará num encontro com voluntários.

Neste contexto, Angela Merkel elogia a abertura que demonstraram muitos alemães e incentiva os restantes a compreender os recém-chegados de outros lugares do mundo, com costumes, tradições e vidas familiares diferentes.

“Devemos entender [esta diferença] como uma oportunidade para aprender e saber mais”, defendeu.

Depois de realçar os esforços realizados pelo país nos últimos dois anos perante a chegada de refugiados, a política reconheceu que foi necessário improvisar muito e pediu “um pouco de paciência”.

Esta semana, em Berlim, foi desocupado o último dos polidesportivos que alojaram refugiados.

Muitos dos refugiados querem viver nas grandes cidades, onde a oferta de casas é mais limitada, mas a chanceler aconselha-os a irem para zonas rurais, que têm maior capacidade de acolhimento e integração.

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