Em despachos separados, Manuel Augusto, sem avançar mais detalhes, justificou as exonerações com a “inobservância dos procedimentos da cadeia de tomada de decisão interna e que lesou o bom nome e imagem de Angola com países com os quais mantém uma histórica relação diplomática”.

O Jornal de Angola noticiou na sua edição de hoje que “trata-se da participação do ministro conselheiro João Diogo Fortunato, na inauguração da embaixada dos estados Unidos da América em Jerusalém, com a anuência de Joaquim do Espírito Santo, até então diretor para África, Médio Oriente e Organizações Regionais do Ministério das Relações Exteriores”.

Os Estados Unidos da América transferiram, na semana passada, a sua embaixada em Israel de Telavive para Jerusalém, o que gerou uma onda de protestos e uma escalada de violência na faixa de Gaza.

Entretanto, fonte do Ministério das Relações Exteriores de Angola disse à Lusa que a exoneração de Joaquim do Espírito Santo tem alegadamente a ver com a situação que enfrenta a embaixada de Angola no Quénia, que tinha levado ao encerramento forçado das instalações devido a um litígio com o proprietário do imóvel, mais concretamente uma dívida relativa ao arrendamento.

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