Desde as 15:00, António Costa respondeu a perguntas de 26 deputados — primeiro, os líderes dos dez partidos representados no parlamento, os que estão na Assembleia da República, e mais 16 deputados.

Nas últimas oito perguntas, Costa foi questionado sobre os aumentos e a falta de pessoal nos serviços públicos (Joana Mortágua, do BE), na saúde (Paula Santos, do PCP), nas forças de segurança (António Filipe, do PCP), redução das propinas nas universidades (Luís Monteiro, do BE), o aumento do CSI (José Soeiro, do BE) e política de defesa dos animais (Bebiana Cunha, PAN).

Mais uma vez, Costa respondeu à deputada Joana Mortágua que “o excedente não é uma obsessão, é uma opção”.

E é o “resultado de uma política” que foi alcançado “graças a um bom crescimento da economia, do emprego e do desempenho do ministro das Finanças” e da equipa do Governo, acrescentou.

Depois desta primeira fase, seguiram-se as intervenções dos grupos parlmentares e até final do debate, segundo António Costa, vão ainda intervir os ministros Pedro Nuno Santos (Infraestruturas e Habitação), Marta Temido (Saúde), Mário Centeno (Finanças), que abre o debate no segundo dia, e “talvez” Ana Mendes Godinho (Trabalho, Solidariedade e Segurança Social).

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