Em comunicado, a associação refere apoiar a lei vigente, com um respetivo regime sancionatório sobre maus tratos a animais de companhia e que repudia qualquer ilícito desta ordem que venha a provar-se ter sido cometido por João Moura ou qualquer outro cidadão.

A Associação Nacional de Toureiros alerta, contudo, que as atitudes pessoais não podem ser confundidas com a classe profissional a que este pertence, defendendo que “qualquer tentativa de ligar a tauromaquia, toureiros e aficionados a este tipo de comportamentos é irresponsável e indigna”.

O cavaleiro tauromáquico João Moura foi detido na quarta-feira na sequência do cumprimento de um mandado de busca à sua propriedade, em Monforte, que resultou, ainda, na apreensão de 18 cães.

Presente no mesmo dia a tribunal, para ser interrogado, foi-lhe imposto termo de identidade e residência, a medida de coação menos grave e que obrigatoriamente é aplicada a um arguido.

No seguimento deste caso em torno do cavaleiro tauromáquico João Moura, a Associação Nacional de Toureiros apela a que se aguarde o normal desenrolar do processo, bem como das investigações criminais e suas conclusões.

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