O brinde aconteceu, ao início da tarde, na associação cabo-verdiana Pombal XXI, em Oeiras, após uma manhã em que o programa de campanha atrasou devido à reunião da comissão executiva centrada do caso de Tancos.

A líder centrista ouviu o tradicional “Parabéns a você”, apagou as velas e, além dos votos de “muitos anos de vida” – a própria brindou a “mais 45” –, também ainda houve tempo para a política e uma improvisada dança. Tema escolhido: “Sôdade”, de Cesária Évora.

De política falou José Luís Tavares, da associação, que alertou para vários problemas da comunidade, a começar pela demografia, de “um certo marxismo cultural” na sociedade portuguesa e da insegurança, a ponto de fazer comparações com o que se passa no Brasil.

Em resposta, Assunção Cristas falou das preocupações sociais na integração das comunidades, os apoios sociais, com uma rede de creches e a segurança.

Antecipando o que ia dizer uma hora depois, numa esquadra da PSP, na Amadora, Lisboa, Assunção Cristas sublinhou o compromisso do partido com a segurança, uma das “áreas de soberania”.

“Nós perdemos liberdade quando não temos segurança. Só com segurança conseguimos estar todos livremente a fazer as nossas vidas e com tranquilidade, serenidade”, afirmou.

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