O ator de “E Deus Criou a Mulher” (1956), de Roger Vadim com Brigitte Bardot, “morreu em paz, de velhice, esta manhã, em sua casa, rodeado pelos seus próximos”, precisou a sua mulher, Mariane Hoepfner Trintignant, que transmitiu a informação por via do agente.

“Voz reconhecida entre todos, presença magnética marcada por melancolia”, arranca o obituário publicado pela AFP do ator que trabalhou com Costa-Gavras, Chabrol, Rohmer, Bertolucci, Téchiné, Scola, entre muitos outros.

Melhor ator em Cannes, em 1969, por “Z”, de Costa-Gavras, Trintignant foi cinco vezes nomeado para os prémios do cinema francês, que só conquistou em 2013 com “Amor”, de Michael Haneke, na categoria de melhor ator.

A mesma obra, que integrou múltiplas listas de melhores do ano, ganhou a Palma de Ouro em Cannes e foi nomeado para cinco Óscares, tendo conquistado o de melhor filme em língua estrangeira, valeu-lhe o prémio de melhor ator europeu em 2012.

A morte de Trintignant já foi lamentada pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, que o classificou como um “talento artístico formidável”.

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