“As medidas implementadas e a extraordinária disciplina da população faz com que os dados de novos infetados baixem de forma contínua”, destacaram, em comunicado, o chanceler, Sebastian Kurz, e o vice-chanceler, Werner Kogler, citados pela agência EFE.

Dos 14.696 cidadãos austríacos que testaram positivo para o novo coronavírus, 10.501 já foram dados como curados.

A Áustria, que regista 160 casos por 100 mil habitantes, conta ainda com 452 óbitos.

Dos 3.743 infetados com covid-19, 22% estão hospitalizados.

Sebastian Kurz e Werner Kogler apelam, no entanto, para que a população mantenha as medidas de distanciamento social e higiene impostas, para evitar novos contágios e para poderem ser levantadas o mais depressa possível as medidas de contenção.

Todas as lojas com menos de 400 metros quadrados reabriram na terça-feira e espera-se que a partir de 02 de maio reabram os restantes comércios, à exceção das unidades hoteleiras e restauração.

Desde hoje que volta a ser permitido o treino aos atletas de alto rendimento, estando prevista para 01 de maio a reabertura das instalações desportivas ao ar livre, como campos de ténis, pistas de atletismo ou campos de golfe.

O país da Europa Central mantém até 31 de agosto as medidas que proíbem a realização de grandes eventos culturais.

O Governo, no entanto, planeia abrir em meados de maio os museus, bibliotecas e cinemas ao ar livre.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 160 mil mortos e infetou mais de 2,3 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 518 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 714 pessoas das 20.206 registadas como infetadas.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria ou Espanha, a aliviar algumas das medidas.

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