“Acho que vamos ganhar”, afirmou Pedro Santana Lopes à agência Lusa no primeiro dia da campanha eleitoral para as eleições autárquicas do dia 26.

Apesar de reconhecer que as sondagens têm a sua “margem de erro”, de não dar “como adquiridos os resultados das sondagens” e, por isso, em nada alterar a sua estratégia por “prudência e humildade”, o candidato do movimento ‘Figueira à Primeira’ “sente na rua que há uma certa correspondência com as sondagens”, pelos apoios que tem recolhido.

Santana Lopes “concorre a presidente da câmara” e, questionado com a hipótese de uma derrota e de ser vereador da oposição, preferiu “não falar desses cenários”.

Depois de, em 2001, ter saído “com muita pena” da câmara ao fim do primeiro mandato, Santana Lopes quer desta vez trabalhar para três – 12 anos - e não prescinde de andar na rua a contactar com o eleitorado a expor as suas ideias.

Uma delas passa pela criação de uma escola superior e de um centro de altas tecnologias ligados ao mar, se for eleito.

Para quebrar a sazonalidade do turismo, defendeu que é preciso “tornar a Figueira visitável, interessante, apetitosa no sentido do investimento todo o ano, competitiva, num mundo que vive muito dos resultados da investigação”.

O projeto do centro de investigação, adiantou, vai ter “parceiros tecnológicos privados e públicos de um país amigo de Portugal interessados em desenvolver essa cooperação”.

“A Figueira tem de se ligar à viagem para o futuro e tem de ser olhada como uma cidade para quem quer saber sobre correntes marítimas, movimentos de areia, espécies marinhas, mar”, perspetiva o líder do movimento ‘Figueira à Primeira’ que quer voltar a pôr Figueira da Foz no mapa, não por ser uma figura pública, mas pelas potencialidades existentes no concelho.

Na Figueira da Foz, são candidatos Bernardo Reis (CDU), Rui Curado Silva (BE), Pedro Machado (PSD), Miguel Mattos Chaves (CDS-PP), Pedro Santana Lopes (independente) e Carlos Monteiro (PS), atual presidente da autarquia.

O executivo municipal da Figueira da Foz é liderado pelo PS, com seis mandatos, contra três do PSD, sendo que o partido retirou a confiança política a dois dos seus vereadores.

As eleições autárquicas estão agendadas para 26 de setembro.

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