"Num quadro de excecionalidade conferido pela natureza da ocorrência e extensão dos danos, afetando fortemente todo o concelho, constitui preocupação do município criar condições que permitam levar a cabo, de forma adequada e equitativa, a minimização dos prejuízos e recuperação do setor agrícola, recorrendo para o efeito aos instrumentos legais que estejam disponíveis", refere a autarquia, em comunicado.

Na informação, a Câmara presidida por António Dias Rocha recorda que, no domingo, dia 31 de maio, o concelho foi atingindo por "condições climatéricas excecionais, que provocaram danos em todas as freguesias do concelho".

"Os danos registaram-se em explorações agrícolas, agropecuárias e florestais, bem como instalações ligadas a outras atividades económicas, infraestruturas, equipamentos públicos e associativos, habitações e outros bens, sendo que o setor agrícola foi sem dúvida o que teve maior prejuízo", aponta.

Assinado pelo autarca, o despacho também torna público que foi declarado o estado de calamidade no âmbito municipal, após a audição da Comissão Municipal de Proteção Civil, no seu formato reduzido.

Segundo o comunicado, as entidades distritais e municipais de proteção civil também já conseguiram repor o funcionamento das infraestruturas e equipamentos essenciais à vida das populações, nomeadamente nos domínios da energia, abastecimento de água, comunicações e circulação.

O município assume ainda o compromisso de desencadear junto da Direção Regional de Agricultura do Centro os "procedimentos necessários à minimização dos prejuízos provocados pelas condições climatéricas excecionais".

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