or volta das 8:30 horas (11:30 em Lisboa), um coronel da Polícia Militar avisou aos manifestantes pró-impugnação de Dilma Rousseff de que a tropa entraria em ação em 15 minutos e o movimento policial ocorreu pouco depois das 9:00, segundo o portal UOL.

De acordo com o mesmo 'site', houve também confrontos entre a polícia e as pessoas que protestavam.

Há perto de 40 horas na principal avenida de São Paulo, os manifestantes não queriam abandonar o local, desejando ali ficar para pedir a renúncia da Presidente Dilma Rousseff.

Contudo, para esta tarde estão marcadas manifestações em vários pontos do país em defesa do ex-chefe de Estado Lula da Silva.

Em São Paulo, a manifestação contará com a participação do próprio Lula da Silva, de acordo com a Central Única de Trabalhadores (CUT), que apoia as manifestações.

Lula da Silva está a ser investigado no caso de corrupção na petrolífera estatal Petrobras, tendo sido acusado formalmente de crimes de branqueamento de dinheiro e falsificação de documentos.

Com a nomeação para ministro da Presidência, o ex-Presidente brasileiro passa a gozar de alguma imunidade jurídica, com as investigações a poderem apenas ser conduzidas pelo Supremo Tribunal.

Uma decisão judicial determinou quinta-feira a suspensão cautelar da sua nomeação, mas, mais tarde, a decisão foi anulada por outra instância.

O ex-Presidente ainda não pode, porém, exercer as funções do cargo porque, entretanto, uma juíza do Rio de Janeiro aceitou outro pedido apresentado para anular a sua nomeação.

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