"Este resultado representa, a nível internacional, mais um trunfo na escalada da extrema-direita no planeta e consequente regressão ao nível dos direitos, do progresso e da solidariedade entre os povos", lê-se num comunicado.

Segundo os ecologistas, "a democracia não é um dado adquirido por si só, tem que ser construída e conquistada todos os dias, por isso não deve ser visto com ligeireza o receio de que se venha a instalar uma ditadura no Brasil".

"É um resultado muito preocupante obtido por uma forte campanha da mentira e do medo e manipulação, pela desinformação, por um continuado ataque aos valores democráticos do Brasil, um caminho traçado e trilhado desde o golpe que afastou Dilma Roussef do poder", declara o PEV.

O candidato do Partido Social Liberal (PSL) Jair Messias Bolsonaro, 63 anos, capitão reformado do exército brasileiro, foi eleito no domingo, na segunda volta das eleições presidenciais, 38.º Presidente da República Federativa do Brasil, com 55,1% dos votos.

De acordo com dados do Supremo Tribunal Eleitoral brasileiro, Fernando Haddad, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), conquistou 44,9% dos votos, e a abstenção foi de 21% de um total de mais de 147,3 milhões eleitores inscritos.

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