Além do tamboril, Bruxelas propõe ainda, nas águas portuguesas, a subida dos TAC de arinca (6,8%) e do carapau (6,9%), do lagostim (5%).

Para os TAC de bacalhau é proposto um corte de 68,3% em 2017, para a pescada de 35,9% e para os areeiros de 25,7%, estas últimas propostas as mais duras para Portugal por serem espécies de grande valor comercial.

Falta ainda apresentar propostas para algumas unidades populacionais, como as raias.

As propostas serão debatidas no conselho de ministros das Pescas em dezembro, negociações tradicionalmente duras e longas, e uma vez decididas serão aplicadas a partir de 01 de janeiro de 2017.

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